Descrição
53º Festival Internacional de Música de Sintra
WALLIS GIUNTA | meio-soprano
Paulo Almeida, piano
Programa:
Love Phases
Lust/Desire – Blossoming love – Deep love – Twilight of love
Canções de:
Montsalvatge, Bernstein, Ravel, Duparc, Hahn, De Falla, Niles, Berlioz, Fauré, Obradors, Copland, Britten e Rufus Wainwright
William Beckford, Lord Byron, Luis de Camões, Eça de Queiroz, Ferreira de Castro, Marquesa de Alorna e tantos outros autores ligaram a sua obra a Sintra pelo apelo irresistível da sua montanha mágica, pelo encantamento do promontório da Lua como era referida no Renascimento, pelo poder místico do astro noturno, guardião da noite e dos segredos.
D. Fernando II, o Rei-artista, fez de Sintra espaço de acolhimento de concertos e tertúlias musicais no século XIX; a Marquesa do Cadaval, fundadora do Festival de Sintra em 1962 resgatou para Sintra o regresso da magia da grande música como marca prestigiante da qualidade do gosto dos sintrenses.
Lugar místico ocupado pelos árabes, Paço Real desde o século XV, expoente luminoso do Romantismo, o 53º Festival Internacional de Música de Sintra vai revisitar estes testemunhos e cruzamentos com uma programação descentralizada, dirigida a todo o concelho, com grande enfoque na palavra e no texto poético-literário, fazendo do encontro das artes dos sons e das letras um diálogo entre a lua e a montanha.
A Montanha Mágica volta a fazer-se ouvir.
Gabriela Canavilhas
Diretora Artística do 53º Festival de Sintra
WALLIS GIUNTA | meio-soprano
Paulo Almeida, piano
Programa:
Love Phases
Lust/Desire – Blossoming love – Deep love – Twilight of love
Canções de:
Montsalvatge, Bernstein, Ravel, Duparc, Hahn, De Falla, Niles, Berlioz, Fauré, Obradors, Copland, Britten e Rufus Wainwright
William Beckford, Lord Byron, Luis de Camões, Eça de Queiroz, Ferreira de Castro, Marquesa de Alorna e tantos outros autores ligaram a sua obra a Sintra pelo apelo irresistível da sua montanha mágica, pelo encantamento do promontório da Lua como era referida no Renascimento, pelo poder místico do astro noturno, guardião da noite e dos segredos.
D. Fernando II, o Rei-artista, fez de Sintra espaço de acolhimento de concertos e tertúlias musicais no século XIX; a Marquesa do Cadaval, fundadora do Festival de Sintra em 1962 resgatou para Sintra o regresso da magia da grande música como marca prestigiante da qualidade do gosto dos sintrenses.
Lugar místico ocupado pelos árabes, Paço Real desde o século XV, expoente luminoso do Romantismo, o 53º Festival Internacional de Música de Sintra vai revisitar estes testemunhos e cruzamentos com uma programação descentralizada, dirigida a todo o concelho, com grande enfoque na palavra e no texto poético-literário, fazendo do encontro das artes dos sons e das letras um diálogo entre a lua e a montanha.
A Montanha Mágica volta a fazer-se ouvir.
Gabriela Canavilhas
Diretora Artística do 53º Festival de Sintra
Promotor
CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA