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Teresinha Landeiro Apresenta Namoro

Descrição

Um “Namoro” que vem de Lisboa e chega agora ao Porto
 
Jovem e surpreendente revelação do fado, Teresinha Landeiro apresenta “Namoro”, o seu álbum de estreia, na Casa da Música, Porto, dia 18 de outubro. E, acompanhada por um naipe de músicos de eleição – Pedro de Castro (guitarra portuguesa e direção musical), André Ramos (viola de fado) e Francisco Gaspar (baixo) – vai levar, entre muitos outros dos fados que canta, o seu “Santo António Traiçoeiro” à cidade em que o São João é sempre fiel e verdadeiro…
 
Depois da sua edição, em junho, este “Namoro” já anda nas bocas do mundo... e nos ouvidos também. No dia 1 desse mês foi lançado para as rádios o pré-single “Santo António Traiçoeiro”, que encaixou como uma luva no espírito dos nossos juninos Santos Populares. No dia 19 foi lançado o primeiro single oficial, “Meus Olhos nos Teus”. No dia 28, “Namoro” saiu para as lojas e o Fado respirou fundo... Esteve nos primeiros lugares do TOP Nacional de Vendas da AFP (Associação Fonográfica Portuguesa) e entre as várias críticas que surgiram destacam-se as de Nuno Pacheco a propósito do álbum e a de Daniela Azevedo acerca do seu concerto no Festival NOS Alive:
 
Não nasceu na Lisboa bairrista nem começou pelos concursos ou noites de fado. Mas a voz de Teresinha Landeiro, apesar dos seus verdes anos (tem 22), já surge amiúde em espetáculos de fado, e com notas elogiosas. Em Maio, ela foi a voz mais jovem das que acompanharam Celeste Rodrigues no seu concerto no Tivoli… Surpreende, num disco de estreia, que seis dos onze temas tenham letras da própria autora… Sendo uma voz em transição, como a dos fadistas da sua idade, tem já expressividade suficiente para firmar um lugar no fado, mas tem igualmente espaço para crescer. (Nuno Pacheco, Público)
 
...Já outra (voz) brilhava lá mais para os lados do EDP Fado Café: Teresinha Landeiro. Esta menina (22 anos) com voz de mulherão e notável afinação, lançou há pouco tempo o seu álbum de estreia, "Namoro", no qual é autora da maioria dos onze poemas que gravou. E isto porquê? Porque o que a faz mesmo emocionar-se é o fado tradicional, o mais cru, que lhe valeu algumas críticas. Diziam que era demasiado menina e moça para sentir tamanhas dores. Vai daí, compôs um disco seu onde canta o que lhe apetece e já ninguém lhe diz que não pode ser... (Daniela Azevedo, Rádio Comercial)
 
O FADO PARADISO ou O “NAMORO” DE TERESINHA LANDEIRO
 
Não há dúvida que em todas as artes nada acontece ao acaso. E não é por acaso que Teresinha Landeiro é uma das vozes mais representativas da nova geração do Fado. O seu primeiro disco, “Namoro”, conta com produção musical do guitarrista Pedro de Castro e foi editado com o selo da Sony Music Portugal.
 
Aos onze anos, Teresinha era a feliz proprietária de dois discos de fado que ouvia repetidamente... Um dia os seus pais, como prenda de aniversário, levaram-na a uma casa de fados e nessa noite - por brincadeira e surpreendentemente - cantou pela primeira vez. Logo a seguir, por portas e travessas, foi dar à Mesa de Frades e acabou por conhecer Pedro de Castro, que viria a ser o seu mestre… até ao dia em que, dez anos depois, este emblemático guitarrista da nova geração resolveu produzir o seu primeiro disco.
 
Em “Namoro”, entre os clássicos, as marchas e os fados tradicionais surgem pelo menos cinco temas e meio cuja letra é assinada na totalidade pela fadista. O meio é “Naquele Dia”, em que se envolve nas palavras de Fernando Pessoa e explora a tradição da poesia popular de pegar em quadras de outros poetas como mote para os seus próprios versos. Os restantes cinco são poemas escritos para fados tradicionais e outros compostos de raiz por Pedro de Castro.
 
Toda a Poesia e os - Fados Enamorados - de Teresinha Landeiro são uma lufada de ar fresco. Guardam a essência, a raiz e a autenticidade que o Fado tem de ter. Mas além disso, a sua voz, o seu canto e o seu bom gosto provam que o talento não nasce de repente, não vem de surpresa e que, apesar de ser prodigioso, é uma coisa deste mundo. Porque é aqui que nascemos, crescemos e escolhemos a nossa arte… e depois, com uma paixão enorme, vamos nele – neste mundo tão nosso que é o Fado - aprender, desenvolver e impregnar no nosso corpo e na nossa alma tudo o que ganhamos com o seu Entendimento.
 
E… se imaginássemos a Mesa de Frades como o Cinema Paradiso e o Pedro de Castro como o Alfredo? Isto porque o Alfredo, em “Cinema Paradiso”, não sendo realizador projetava filmes desde sempre e, apaixonada e religiosamente, conhecia o cinema como ninguém. O Pedro de Castro é um dos mais importantes guitarristas das últimas décadas e, embora não sendo fadista enquanto cantor, é um grande fadista enquanto músico. A sua Mesa de Frades é um santuário onde os fados são como filmes projetados em película e o canto acontece como se fosse uma oração. Oração essa que Teresinha Landeiro reza como ninguém!

Promotor

Helder Moutinho, Lda.