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Sepultura | Special Guests : Equaleft

Descrição

Três anos depois de terem assinado uma atuação verdadeiramente explosiva em solo nacional, os Sepultura vão estar, por fim, de regresso a Portugal. A mais icónica das bandas brasileiras de peso apresenta «Machine Messiah» a 4 de Julho, no Hard Club, no Porto.  
Três décadas depois de se terem juntado em Belo Horizonte e três anos depois de terem estado pela última vez em Portugal, os Sepultura vão estar de regresso ao nosso país em 2017. O espetáculo está marcado para o dia 4 de Julho, no Hard Club, no Porto, sendo que a banda brasileira promete elevar ainda um mais os já altíssimos níveis de intensidade da sua última passagem por cá, em que protagonizou um concerto incendiário no Paradise Garage, em Lisboa. Desta vez o quarteto toca uma data única a norte e, na bagagem, traz «Machine Messiah», o mais recente registo de estúdio, já o 14º de um percurso constante que os tem mostrado a evoluir musicalmente de uma forma que nunca ninguém poderia ter imaginado, durante os 80s, ao ouvir discos como «Bestial Devastation», «Morbid Visions» ou «Schizophrenia». A verdade é que, tantos anos depois, o coletivo hoje formado por Andreas Kisser, Paulo Jr, Derrick Green e Eloy Casagrande é já uma verdadeira instituição da música extrema, influência marcante em incontáveis grupos surgidos durante as últimas duas décadas e um dos nomes internacionais com mais afinidade com o público nacional.  
Com 14 álbuns no fundo de catálogo não seria, de resto, difícil para os Sepultura construírem um alinhamento de clássicos e partirem em tour pelo mundo, vivendo à custa de um passado brilhante. A banda não parece, no entanto, de resto nunca pareceu, interessada em viver apenas e somente à custa do passado e, mesmo depois de ter perdido os dois elementos fundadores, nunca baixou os braços, continuando a esculpir, a pulso, um percurso sinuoso que desafia todas e quaisquer expectativas que se pudesse ter em relação a eles. 
Fruto da convicção inabalável do timoneiro Andreas Kisser, os porta-estandartes da música de peso brasileira souberam como reerguer-se e, carregando nos ombros o peso inolvidável dos dias de glória que viveram na transição dos 80s para os 90s graças à sequência de álbuns clássicos formada por «Beneath The Remains», «Arise», «Chaos A.D.» e «Roots», reinventaram-se à luz deste novo milénio, caminhando por terrenos experimentais e aventureiros, mas com um pé firme na tradição thrash. Editado na sequência dos muito aplaudidos «A-Lex», «Kairos» e «The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart», «Machine Messiah» foi disponibilizado no dia 23 de Janeiro deste ano e veio quebrar um período de três anos de silêncio editorial por parte do coletivo com uma bomba refratária de riffs pesados, ritmos rápidos, arranjos elaborados e uma atitude experimental ainda um pouco mais arrojada. O risco foi, uma vez mais, recompensado com elogios por parte da crítica e uma receção calorosa por parte do público, de que é um ótimo exemplo a entrada para o #35 da tabela de vendas nacional.   
Nesta paragem portuguesa da Machine Messiah Tour 2017, os Sepultura vão contar com os nacionais Equaleft como “suporte”. Contando com mais de uma década de existência, o grupo do Porto juntou-se em 2003 e, desde então, têm vindo paulatinamente a afirmar-se como um dos mais trabalhadores e astutos projetos criados em solo lusitano no Séc. XXI. Optando por seguir um esquema de crescimento sustentado, o quinteto começou por gravar dois singles, sucedidos rapidamente pela maqueta «as the irony preVails» e pelo EP «the truth Vnravels», em 2010. Essas quatro edições, recebidas de uma forma muito positiva pelo público e imprensa, mostraram uma banda apostada em fugir ao óbvio, à procura de uma linguagem própria enquanto iam diluindo as suas referências num som bem forte e poderoso, em que o virtuosismo dos instrumentistas tem tanta preponderância como a energia que caracterizam o vocalista do grupo. Em 2014, pouco mais de uma década depois de ter iniciado o seu percurso, a banda lançou finalmente o seu álbum de estreia – «adapt & survive», editado em parceria pela Raging Planet e Raising Legends – que se afirmou como um dos discos mais interessantes do ano, verdadeira explosão de balanço grave, atitude e muito peso, apoiado em guitarras de oito cordas. 

Promotor

PRIME ARTISTS, UNIPESSOAL,LDA