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Sangre Ibérico

Descrição

“Sangre Ibérico”, um dos projetos musicais mais interessantes surgidos em Portugal nos últimos anos.
Esta história começa há cerca de 4 anos quando o Alexandre Pereira desafia o André Amaro para juntar a sua Voz e a sua Guitarra ao Cajon que já tocava. Juntos tocam em festas de amigos e em bares, e fruto dos seus gostos entre o Fado de Portugal, e o Flamenco de Espanha, decidem fundar os “Sangre Ibérico”, a mistura de Portugal e Espanha que lhes corria nas veias. Um pouco mais tarde desafiam o guitarrista Paulo Maia, acabado de regressar de Espanha, onde desenvolveu a técnica Flamenca, para se juntar ao grupo, e assim nasce a formação de Trio que se mantém até hoje.
 
2016 é o ano decisivo da banda. Para que alguém pudesse ver o seu projeto decidem arriscar e participar no Got Talent, e foi aí que chamaram a atenção para a enorme qualidade do projeto que apresentavam. O público vota massivamente nas suas atuações e rapidamente se transformam num caso sério de popularidade. Chegam à final, e no dia seguinte assinam contrato com a Sony Music que vê neles também um interessante e singular projeto no panorama musical português.
 
2018, e aí está o disco de estreia. O guitarrista Pedro Jóia é um dos nomes maiores da música em Portugal e não só, e atendendo ao seu enorme conhecimento, e ligação, ao Fado e ao Flamenco, é desafiado a produzir o álbum de estreia da banda. Reconhece nos três elementos, e no projeto enorme qualidade e não hesita em aceitar o desafio. Convida alguns dos melhores músicos portugueses a gravar com o grupo, Mário Delgado, Tomaz Pimentel, Rui Pity, Ângelo Freire, André Silva, Rogério Ferreira…, e entre Setembro e Dezembro de 2017, produz, arranja e grava o álbum “Sangre Ibérico” que agora vê a luz do dia.
“Sangre Ibérico”, nome homónimo da banda e do primeiro cd, apresenta-se como um grande disco onde o ADN do grupo se mantém vincado, mas onde a experiencia e saber do produtor se reconhecem, num abrir de portas à contemporaneidade, numa linguagem, e abordagem, que sem descaracterizar, ou desvirtuar, se apresenta em alguns momentos mais “pop”, mas onde facilmente reconhecemos a portugalidade, ou influencias castelhanas que sempre caracterizaram o projeto.
 
“Sangre Ibérico” é uma grande aposta para 2018. É uma lufada de ar fresco na música portuguesa, onde a originalidade não foi deixada ao acaso, pois participam alguns dos nomes mais importantes da musica portuguesa enquanto autores e compositores, e onde se apresentam igualmente os temas de referencia do grupo, e que o publico já reconhece e aplaude.
 
O disco de estreia torna cada vez mais evidentes as tremendas qualidades e talento dos 3 elementos base do grupo. Paulo Maia um guitarrista de Flamenco exímio. Alexandre Pereira, e o seu Cajon abordado numa linguagem viva, moderna e atual. André Amaro, indiscutivelmente uma das melhores e mais interessantes vozes surgidas em Portugal nos últimos tempos, um cantor de excelência.
 
Está tudo dito, desafiamos à audição deste ”Sangre Ibérico”, que acreditamos será um marco na música portuguesa contemporânea. Quente, mais popular, tradicional, fado, flamenco, pop…é seguramente um dos mais originais e interessantes projetos da música portuguesa dos últimos tempos!
 

Promotor

Município De Odivelas