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Quintas Às 7|Música Câmara Joly Braga Santos(2018)

Descrição

INTEGRAL DA MÚSICA DE CÂMARA DE JOLY BRAGA SANTOS (1924-1988)
ENSEMBLES DE SOPROS
António Saiote; Leonor Braga Santos; Olga Prats; Nuno Ivo Cruz, Ricardo Lopes, Carolino Carreira, Paulo Guerreiro; Jorge Almeida; António Quítalo; Pedro Monteiro; Jarrett Buttler; Vítor Faria; Ilídio Massacote
 
Joly Braga Santos
Aria a Tre, op. 62
Improviso para Clarinete e Piano, op. 70
Adagio e Scherzino
Peça para flauta
Peça para fagote
Suite para instrumentos de metal
 
 
Quarto e último de uma série de concertos que o CCB recebe em que será interpretada a integral de música de câmara de Joly Braga Santos. Nascido em 1924, em Lisboa, a sua predileção pela música era tal que desde os dois anos que o seu pai o levava aos concertos e à ópera. Foi o aluno mais talentoso de Luís de Freitas Branco, de quem herdou a paleta de cores das orquestrações. Durante a juventude, o contexto de guerra mundial impediu-lhe um contacto mais próximo com a cultura musical europeia, pelo que procurou inspiração na tradição portuguesa, especialmente na obra do seu mestre.
A música de Joly Braga Santos pode ser vista como uma fusão dos vários estilos europeus, dizendo o próprio: «Desde sempre entendi que tinha de criar o meu próprio estilo e a minha música devia ser o resultado dessa criação.» Segundo o musicólogo João de Freitas Branco, autor da obra de referência da história da música portuguesa, «ele é o inverso do artista que se dirige apenas a minorias privilegiadas. Ele queria que muitas pessoas viessem a usufruir da sua arte.» Eleito pela UNESCO como um dos dez melhores compositores da música contemporânea de então, Joly Braga Santos disse de si próprio: «Não me considero compositor, mas sim inventor de música.»

Promotor

Fundação Centro Cultural Belém