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Orq.Câmara Portuguesa-Mozart | Xenakis | Beethoven

Descrição

ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA
 
Wofgang A. Mozart Abertura de Idomeneu, Rei de Creta
Iánnis Xenakis Psappha
Ludwig van Beethoven As Criaturas de Prometeu, op. 43
 
Pedro Carneiro direção musical e percussão*
Teresa Simas encenação
 
Num concerto que tem a Grécia como tema, a Orquestra de Câmara Portuguesa apresenta-nos todo um programa que faz a ponte entre a era moderna e a antiguidade. Se em Mozart e em Beethoven temos dois representantes do classicismo musical, com o seu fascínio pelos temas e pelas formas da antiguidade clássica, com Xenákis temos um dos maiores compositores gregos do século XX, a compor igualmente inspirado por essa Grécia da antiguidade.
Durante o verão de 1780, o Intendente da Ópera da Corte de Munique encomendou a Mozart uma ópera, escrita em apenas três meses. Idomeneu é a sua terceira e maior ópera séria, a qual, de certa forma, antecipa as suas maiores obras-primas.
Já na viragem para o século XIX, o ballet como género independente da ópera ou da música de cena era uma realidade pouco comum. Salvatore Viganò (1769-1821), nome associado aos primórdios da prestigiadíssima escola de bailado do Teatro La Scala, de Milão, encomendou a Beethoven a música para o bailado As Criaturas de Prometeu, obra de 1801, que tem por base o mito de Prometeu.
Como contraponto a Mozart e a Beethoven, mas igualmente inspirado na Grécia Clássica, teremos ainda neste concerto Psappha, de Iánnis Xenákis. Psappha é uma forma arcaica do nome Safo, poetisa e aristocrata de renome da Ilha de Lesbos, nascida no século VI antes de Cristo.

Promotor

Fundação Centro Cultural Belém