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O Cinema

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Descrição

O Cinema de Annie Baker
Tradução Francisco Frazão
Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Pedro Gabriel Marques
Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Coordenação Técnica João Chicó
Assistência Diana Santos e Bernardo Alves
Encenação Pedro Carraca
Co-produção Artistas Unidos e Culturgest 

Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nas coxias vazias e cuidam de um dos últimos projetores de 35mm. Um tributo ao cinema e um comovente retrato de três pessoas sem futuro. O cinema acabou? E o trabalho? O que ficou de um mundo que pensámos ia durar muito mais tempo? Lixo, vassouras, bilhetes rasgados, bobines por devolver? E no entanto, o desejo, talvez o amor.
Insistindo num realismo a que chamamos americano, rarefeito e dilatado até parecer outra coisa, Annie Baker escreve aqui uma elegia. Um teatro singular, este que agora apresentamos: melancólico, finamente observado, duro e generoso, cómico quase sempre.
Cinema e teatro dançam ao som de Jeanne Moreau em Jules et Jim: "No turbilhão da vida / Continuámos a rodar / Os dois enlaçados".

Com esta peça Annie Baker recebeu um Obie Award e o Prémio Pulitzer em 2014. Escreveu também, entre outras, The Aliens, Body Awareness, Circle Mirror Transformation (que o Teatro Oficina apresentou em 2014), John e uma adaptação do Tio Vânia de Tchékhov.

O texto da peça está publicado nos Livrinhos de Teatro, nº104 numa edição Artistas Unidos / Cotovia / Culturgest.

Promotor

ARTISTAS UNIDOS-P.E R.CINEMA,TEATRO E OUTROS ESP.