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O Castelo Do Barba-Azul | A Voz Humana

Notas

Para adquirir bilhetes de mobilidade condicionada por favor contacte as bilheteiras do Centro Cultural de Belém, telefone 21 361 2627 (diariamente das 13H às 20H ou através do email bilheteiraccb@ccb.pt)

Descrição

Béla Bartók (1881-1945) O Castelo do Barba Azul (1911) | Ópera em um ato com libreto de Béla Balázs (1884-1949)
 
Francis Poulenc (1899-1963) A Voz Humana (1958) | Tragédia lírica em um ato com libreto de Jean Cocteau (1889-1963)
 
Orquestra Sinfónica Portuguesa
 
Joana Carneiro direção musical
Olga Roriz encenação
Olga Roriz, Cristina Piedade e João Pedro Fonseca conceção cenográfica
João Pedro Fonseca vídeo
Cristina Piedade desenho de luz
Nuno Gama figurino de Barba-Azul
Manuel Alves figurino de Judite e Ela
João Rapozo paisagem sonora
João Henriques colaborador dramatúrgico
Marcell Bakony Barba-Azul
Allison Cook Judite
Alexandra Deshorties Ela
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Maestrina Titular Joana Carneiro

  
Numa noite dupla de ópera, apresentam-se duas obras que nos fazem pensar sobre a condição humana e sobre a solidão.
Na primeira o duque Barba Azul chega ao castelo com a nova mulher, Judith. O espaço escuro e frio vai ganhando diferentes tonalidades à medida que a noiva consegue convencer o marido a abrir cada uma das sete portas. É uma luta de resistência. Ele resiste. Ela persiste e leva a melhor. A ópera em um ato O Castelo do Barba Azul, com música de Béla Bartók e libreto de Béla Balázs, inspirada num famoso conto de Charles Perrault, encerra uma reflexão profunda sobre a sociedade atual e a dificuldade de integração do indivíduo, tantas vezes condenado pelo seu próprio individualismo à solidão.
Na segunda ópera, uma voz, talvez mais humana porque cantada, uma mulher sem nome, Elle, expõe a intimidade e o drama do último contato telefónico com o seu antigo amante que rompe com ela. Esta é  A Voz Humana, uma tragédia lírica em um ato com música de Francis Poulenc, a partir do texto de Jean Cocteau, sobre o medo de romper, de ficar só, de perder quem se ama.

Promotor

Fundação Centro Cultural Belém