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Nos 150 Anos Da Morte De Baudelaire

Descrição

1ª conferência | 24 outubro 2017 | 18:00
Baudelaire face a Ingres, Courbet e Delacroix

Antes de se tornar conhecido como poeta, já Baudelaire gozava de reputação como crítico de arte e como  tradutor de E.A.Poe. Desde o Salão de 1845, Baudelaire fez de Delacroix um modelo da arte romântica.Mas ele não é insensível à sensualidade das mulheres de Ingres e de Courbet, um dos seus amigos. Como é que ele evoluiu rodeado destas três grandes figuras da pintura do século XIX? Qual é a evolução da sua estética? É o que se irá demonstrar, acompanhando Baudelaire desde os seus primórdios  até à descoberta do barroco belga, no final da vida, passando pela sua apreciação da Exposição Universal e do Salão de 1859.

2ª conferência | 26 outubro 2017 | 18:00
Quadros Parisienses: Baudelaire, Daumier, Manet, Guys.
Baudelaire foi o mais  parisiense  de todos os poetas franceses. Passou toda a sua vida em Paris e viveu a transformação da capital empreendida  pelo barão Haussmann.  Desde 1845, data do primeiro Salão que visitou, em busca de um pintor da vida moderna susceptível de representar  a vida contemporânea numa grande cidade, ele olhou em várias direcções.  Primeiro viu  em Daumier um  equivalente de Balzac, todavia  a caricatura não  era uma grande arte. Manet escapou-lhe pois não passava "do primeiro na decrepitude da (sua) arte". Finalmente descobriu Constantin Guys, um artista menor, pois a época já não era mais capaz nem de produzir nem de compreender a grande pintura e a grande poesia.

Promotor

Fundação Centro Cultural Belém