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Delírio Amoroso

Descrição

DELIRIO AMOROSO
Orquestra Metropolitana de Lisboa | Coro Voces Caelestes


G. F. Händel Cantata Donna, che in ciel, HWV 233
G. P. Telemann Abertura (Suíte) em Sol Menor, La Changeante, TWV 55:g
G. F. Händel Cantata Delirio amoroso, HWV 99
Eduarda Melo, soprano
Sérgio Fontão Maestro do Coro
Marcos Magalhães Cravo e Direção Musical

A popularidade da oratória Messias – que por sinal se enquadra no Concerto de Natal da presente temporada da Metropolitana – tem sido o principal garante da notoriedade póstuma de Georg Friedrich Händel. Ensombra, todavia, largas centenas de obras que completam o catálogo desta grande figura do barroco musical. Entre muitas mais oratórias, óperas, concertos, sonatas… destaca-se o «silenciamento» a que têm sido votadas as cerca de 170 cantatas que compôs. Entre estas, uma grande parte foi escrita no período em que o jovem compositor viveu em Itália, antes de se fixar em Londres. Destinavam-se aos saraus dos palacetes privados de Florença e Roma, com participação de algumas das vozes mais reputadas da época. Era o caso da cantata Il Delirio amoroso, de 1707. Há ainda um número restrito de cantatas sacras. No caso de Donna, che in ciel, do ano seguinte, assinalava-se o 5.º aniversário de um terremoto que poupou a cidade de Roma. O programa completa-se com um exemplo de outro filão inesgotável da mesma época, as suítes orquestrais de Telemann.

Promotor

Ass. Música,educ. E Cultura - O Sentido Dos Sons