Descrição
53º Festival Internacional de Música de Sintra
CAMERATA ALMA MATER E CORO VOCES CAELESTES
MAESTRO PEDRO NEVES
MAESTRO SÉRGIO FONTÃO
Programa:
Anton Bruckner (1824-1896)
Aequalle nº 1 e nº 2 WAB 114 & 1149 para Trio de Trombones
Ave Maria WAB 6 para coro misto
Franz Schubert (1797-1828)
Gesang der Geister über den Wassern para vozes masculinas e cordas graves
Carl Nielsen (1865-1931)
Pequena Suite para Cordas (Nonet), Op.1
Franz Schubert (1797-1828)
Missa nº 2 em G, D.167
William Beckford, Lord Byron, Luis de Camões, Eça de Queiroz, Ferreira de Castro, Marquesa de Alorna e tantos outros autores ligaram a sua obra a Sintra pelo apelo irresistível da sua montanha mágica, pelo encantamento do promontório da Lua como era referida no Renascimento, pelo poder místico do astro noturno, guardião da noite e dos segredos.
D. Fernando II, o Rei-artista, fez de Sintra espaço de acolhimento de concertos e tertúlias musicais no século XIX; a Marquesa do Cadaval, fundadora do Festival de Sintra em 1962 resgatou para Sintra o regresso da magia da grande música como marca prestigiante da qualidade do gosto dos sintrenses.
Lugar místico ocupado pelos árabes, Paço Real desde o século XV, expoente luminoso do Romantismo, o 53º Festival Internacional de Música de Sintra vai revisitar estes testemunhos e cruzamentos com uma programação descentralizada, dirigida a todo o concelho, com grande enfoque na palavra e no texto poético-literário, fazendo do encontro das artes dos sons e das letras um diálogo entre a lua e a montanha.
A Montanha Mágica volta a fazer-se ouvir.
Gabriela Canavilhas
Diretora Artística do 53º Festival de Sintra
CAMERATA ALMA MATER E CORO VOCES CAELESTES
MAESTRO PEDRO NEVES
MAESTRO SÉRGIO FONTÃO
Programa:
Anton Bruckner (1824-1896)
Aequalle nº 1 e nº 2 WAB 114 & 1149 para Trio de Trombones
Ave Maria WAB 6 para coro misto
Franz Schubert (1797-1828)
Gesang der Geister über den Wassern para vozes masculinas e cordas graves
Carl Nielsen (1865-1931)
Pequena Suite para Cordas (Nonet), Op.1
Franz Schubert (1797-1828)
Missa nº 2 em G, D.167
William Beckford, Lord Byron, Luis de Camões, Eça de Queiroz, Ferreira de Castro, Marquesa de Alorna e tantos outros autores ligaram a sua obra a Sintra pelo apelo irresistível da sua montanha mágica, pelo encantamento do promontório da Lua como era referida no Renascimento, pelo poder místico do astro noturno, guardião da noite e dos segredos.
D. Fernando II, o Rei-artista, fez de Sintra espaço de acolhimento de concertos e tertúlias musicais no século XIX; a Marquesa do Cadaval, fundadora do Festival de Sintra em 1962 resgatou para Sintra o regresso da magia da grande música como marca prestigiante da qualidade do gosto dos sintrenses.
Lugar místico ocupado pelos árabes, Paço Real desde o século XV, expoente luminoso do Romantismo, o 53º Festival Internacional de Música de Sintra vai revisitar estes testemunhos e cruzamentos com uma programação descentralizada, dirigida a todo o concelho, com grande enfoque na palavra e no texto poético-literário, fazendo do encontro das artes dos sons e das letras um diálogo entre a lua e a montanha.
A Montanha Mágica volta a fazer-se ouvir.
Gabriela Canavilhas
Diretora Artística do 53º Festival de Sintra
Promotor
CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA