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A Flauta Mágica

Descrição

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Coro de Câmara Lisboa Cantat
 
C6 Sem. 23 (29/janeiro-4/fevereiro/2018)
 
Sexta-feira, 2 de fevereiro, 20h00, Teatro Thalia
Domingo, 4 de fevereiro, 16h00, Teatro Thalia
 
 W. A. Mozart A Flauta Mágica
 
Solistas: Participantes no Ateliê de Ópera da Metropolitana 2017/2018
Direção Cénica e Vocal Jorge Vaz de Carvalho
Maestro do Coro Jorge Carvalho Alves
Direção Musical Pedro Amaral
 
Quem não se lembra do motivo «Pa-Pa Pa-Pa» do dueto entre Papageno e Papagena? E dos agudos certeiros da ária da Rainha da Noite? Estes são os momentos mais populares d’A Flauta Mágica. Mas há muito mais que descobrir nesta ópera, por muitos considerada a melhor entre todas as que Wolfgang Amadeus Mozart escreveu. Composta no verão de 1791, o último ano de vida do compositor austríaco, tornou-se numa das criações artísticas mais representativas dos ideais iluministas do século XVIII, com um enredo que se desenvolve em torno do conceito de Igualdade aplicado à condição humana. O príncipe Tamino enfrenta as mais difíceis provações para resgatar e obter a mão da sua amada Tamina. O Silêncio, o Fogo e a Água, são obstáculos carregados de simbolismo que só com a ajuda de uma flauta mágica é possível superar. Haverá semelhanças com o poder encantatório da lira e do canto de Orfeu. Mas, desde já se garante, tudo acaba melhor, com o Bem vencendo o Mal, e os amores devidamente celebrados.

Promotor

Ass. Música,educ. E Cultura - O Sentido Dos Sons