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Medeia

Descrição

‘MEDEIA’
A PARTIR DE EURÍPIDES
COMPANHIA JOÃO GARCIA MIGUEL
COM MÁRIO LAGINHA
 
“Acordo com frequência à noite com suores frios a pensar que me tornei banal, que tudo na minha vida vai bem demais para mim, que vou morrer por debaixo de um cobertor grosso, que deixei de ser um inovador.” Vsevolod Meyerhold, 1937
 
Uma primeira ideia que se destaca desta peça é a sua relação entre o passado e o futuro. Esta obra mantém uma actualidade e uma pertinência que permitem reflectir sobre a diminuição do poder simbólico no mundo contemporâneo. O texto de Eurípides levanta possibilidades de abordagens múltiplas. Propõe questões sobre o papel do feminino na redefinição do tecido político e social. Propõe questões sobre as transformações das relações interpessoais. Propõe questões sobre a emigração e o estatuto de refugiado que, chegado a um mundo novo e diferente, tudo faz para se adaptar às regras e exigências que lhe são impostas com consequências, por vezes, inimagináveis. Por último, levanta uma questão central sobre os protagonistas da História e a vida dos indivíduos. São estes os pontos que nos irão conduzir na abordagem desta obra em busca das sombras que nos moldam o ser. Correndo contra o tempo, acreditamos estar a fazer um outro tempo.
 
A partir de Eurípides
Texto: Francisco Luís Parreira
Direcção e espaço cénico: João Garcia Miguel
Música: Mário Laginha
Interpretação: David Pereira Bastos e Sara Ribeiro
Figurinos: Rute Alegria
Desenho de luz: João Garcia Miguel e João Chicó | Contrapeso
 
 
 

Promotor

Munícipio De Vila Real